Família aponta tatuagem e suspeita que corpo encontrado no Barreiro seja de jovem desaparecida
Corpo foi encontrado na tarde deste sábado (25), no Parque Ecológico Roberto Burle Marx; Polícia Civil investiga o caso

O corpo de uma mulher encontrado decapitado na tarde deste sábado (25), no Parque Ecológico Roberto Burle Marx, no bairro Flávio Marques Lisboa, na região do Barreiro, em Belo Horizonte, pode ser de uma jovem de 23 anos desaparecida desde 3 de abril. Familiares de Kethlen Moreira Soares afirmam ter identificado semelhanças entre a tatuagem em uma das pernas do corpo e a da jovem.
Para a reportagem da Itatiaia, uma prima de Kethlen, que pediu para não ser identificada, disse que não tinha informações sobre o paradeiro da jovem. "Ela saía sem falar para onde ia. Deixava um dos filhos com a mãe ou com o pai da criança e desaparecia. A gente nunca tinha informação", disse.
Ainda segundo a familiar, Kethlen se envolvia "com frequência" em brigas. "Ela não trabalhava e sempre arrumava muita briga. Antes de desaparecer, ela já tinha sumido uma vez. Só que ela tinha deixado o filho com a irmã. Ela só voltou para casa depois que a mãe mandou uma mensagem dizendo que ia chamar a polícia porque ela havia abandonado o menino. Ela voltou machucada, mas por causa de um acidente de moto", acrescentou.
A reportagem da Itatiaia questionou a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) se o corpo encontrado é o de Kethlen Moreira Soares. Até a publicação da matéria, a instituição não havia se manifestado. O texto será atualizado assim que houver posicionamento.
O corpo encontrado
De acordo com a Polícia Militar, trabalhadores realizavam a roçagem da grama quando encontraram o corpo. A mulher foi localizada decapitada e sem órgãos internos. A cabeça estava a cerca de cinco metros de distância do corpo, que já se encontrava em avançado estado de decomposição.
A perícia foi acionada e realizou os primeiros levantamentos no local. Após os trabalhos, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML). A ocorrência foi registrada e será investigada pela Polícia Civil.
Amanda Antunes cursou jornalismo no Unileste (Centro Universitário Católica do Leste de Minas Gerais), com graduação concluída na Faculdade Estácio, em Belo Horizonte. Em 2009, começou a estagiar na Rádio Itatiaia do Vale do Aço, fazendo a cobertura de cidades. Em 2012, chegou à Itatiaia Belo Horizonte. Na rádio de Minas, faz parte do time de cobertura policial - sua grande paixão - e integra a equipe do programa ‘Observatório Feminino’.
Jornalista formado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH) e pós-graduado em Jornalismo nos Ambientes Digitais pela mesma instituição. Possui experiência como repórter, produtor e coordenador de telejornal.




