Rivaldo exigiu que Marielle não fosse morta ao sair da Câmara para evitar 'conotação política', diz PF
“Tal exigência tem fundamento na necessidade de se afastar outros órgãos, sobretudo federais, da persecução do crime em comento”, diz a PF em relatório que baseou o pedido de prisão
O delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, preso neste domingo (24) por suspeita de interferir nas investigações da morte de Marielle Franco, exigiu a "proibição" de que o assassinato da ex-vereadora fosse feito no trajeto de chegada ou saída da vereadora da Câmara dos Vereadores do Rio. A informação é destacada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em manifestação que pede a prisão dele.
Segundo a PF, o delegado, responsável por evitar uma investigação conclusiva do caso, queria impedir eventuais pressões em cima da Polícia Civil caso o crime tivesse conotação política. O texto está no relatório da Polícia Federal que baseou o pedido de prisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Leia abaixo:
Veja aqui um resumo com tudo o que sabemos sobre o caso até agora.
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Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia na capital federal.



