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Quase 16,4 milhões de pessoas moram em favelas no Brasil, aponta IBGE

O número representa 8,1% do total de brasileiros, segundo estudo divulgado pelo IBGE nesta sexta (8)

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Rocinha, no Rio de Janeiro, continua sendo a maior favela do Brasil • Acervo IBGE

A população residente em favelas brasileiras cresceu significativamente nos últimos 12 anos, alcançando 16,4 milhões de pessoas, o que representa 8,1% do total de brasileiros. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como parte do Censo 2022.

A pesquisa mostra ainda que o fenômeno é abrangente, com mais municípios agora registrando a presença de favelas. Isso reflete, em parte, a expansão das periferias urbanas e a mudança no perfil das áreas vulneráveis.

Rocinha: favela mais populosa

Entre as 12.348 Favelas e Comunidades Urbanas do país, a Rocinha, no Rio de Janeiro (RJ), era a mais populosa, com 72.021 moradores, seguida por Sol Nascente, em Brasília (DF), com 70.908 habitantes; Paraisópolis, em São Paulo (SP), com 58.527 pessoas e Cidade de Deus/Alfredo Nascimento, em Manaus (AM), com 55.821 moradores.

Entre as vinte Favelas e Comunidades Urbanas mais populosas do país, oito estavam na Região Norte, e seis delas, no município de Manaus (AM). Outras sete estavam no Sudeste, quatro no Nordeste e somente uma (Sol Nascente) no Centro-Oeste. A Região Sul não tinha nenhuma favela entre as 20 mais populosas do país.

As Unidades da Federação com as maiores proporções de sua população residindo em Favelas e Comunidades Urbanas eram Amazonas (34,7%), Amapá (24,4%) e Pará (18,8%).

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Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio

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Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia.

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