Influenciadora investigada por morte de sargento da PM é morta no Pará
Informações preliminares apontam que o imóvel onde a mulher morava foi invadido por dois homens; Polícia Civil investiga a ocorrência

Evellyn Dantas — influenciadora digital, de 46 anos, investigada pela morte do sargento da Polícia Militar do Pará, Antônio Anildo Alves — foi morta a tiros, na madrugada desta quarta-feira (16), em Mãe do Rio, município localizado na Região Nordeste paraense. A Polícia Civil confirmou à reportagem que investiga o caso.
Informações preliminares apontam que o imóvel onde a mulher morava foi invadido por dois homens. Evellyn teria sido arrastada até a entrada da casa, onde foi morta a tiros. Em seguida, os suspeitos fugiram.
Na fachada do local foi encontrada uma pichação com a sigla "TCP", que pode fazer referência à facção Terceiro Comando Puro.
Em nota enviada à Itatiaia, a Polícia Civil do Pará (PCPA) informou que a Delegacia de Mãe do Rio investiga o homicídio. Também foi divulgado que "perícias foram solicitadas e testemunhas são ouvidas para auxiliar na apuração do caso".
A instituição ainda afirmou que realiza buscas apra identificar e localizar os autores, além de esclarecer a motivação do crime, indicando que informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas, em sigilo, pelo Disque-Denúncia (181).
Investigada por morte de PM
Evellyn Dantas era investigada e tratada como suspeita de envolvimento na morte do sergento da Polícia Militar Antônio Anildo Alves, em julho deste ano.
A mulher estava em liberdade provisória desde o último sábado (12). Outras quatro pessoas foram presas durante as investigações.
O policial foi morto dentro de um supermercado. Na ocasião, quatro homens encapuzados chegaram ao estabelecimento em um carro e atiraram contra o sargento. Após o ataque, os suspeitos fugiram.
Na época, Evellyn também foi autuada em flagrante por tráfico de drogas. Com ela, foram apreendidos porções de maconha e cocaína e dois carregadores de arma de fogo.
Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.



