Proprietária de barraca em Porto de Galinhas questiona versão de turistas sobre agressão
O governo de Pernambuco afirma que 14 pessoas envolvidas no espancamento de um casal, que teria questionado o valor cobrado por cadeiras na praia, já foram identificadas

A proprietária da barraca que se envolveu em uma confusão por um suposto aumento indevido na cobrança pelo aluguel de cadeiras na praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco, contesta a versão do casal de turistas de Mato Grosso do Sul.
Em entrevista à TV Jornal, afiliada do SBT, a dona do comércio, identificada apenas como Maura, alega que foram os dois homens que iniciaram as agressões. De acordo com ela, os turistas estavam cientes de que cada cadeira custava R$ 20 e que o guarda-sol também tinha esse valor.
A proprietária afirma que o casal utilizou três cadeiras e um guarda-sol, totalizando o valor de R$ 80.
A prefeitura de Ipojuca informou que suspendeu temporariamente a licença de funcionamento da barraca onde a confusão teria começado. O prefeito Carlos Santana (Republicanos) afirmou que a segurança nas praias foi reforçada pela Guarda Municipal, pelos órgãos ambientais e pelo Procon, com o objetivo de evitar práticas abusivas por parte de barraqueiros e vendedores ambulantes.
Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.



