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Pizzaria investigada: dono afirma que produtos não estavam estragados

Inspeção não encontrou irregularidades, mas mais de 100 pessoas relataram sintomas após consumo

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Raissa Maritein Bezerra e Silva, de 44 anos, morreu nesta terça-feira (17) • Reprodução | Redes Sociais

o dono da pizzaria La Favoritta, Marcos Antônio, disse que está surpreso com a situação investigada na Paraíba, após uma morte e mais de 100 pessoas procurarem atendimento médico com sintomas de intoxicação alimentar.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que tem colaborado com as autoridades. “Estou fazendo o possível, em contato com a Vigilância Sanitária e com a Polícia Civil, enviando amostras e tudo o que foi solicitado”, disse.

Ainda no pronunciamento, ele declarou não entender o que pode ter causado o problema. “Eu também estou sem acreditar. Não sei o que aconteceu”, lamentou.

A advogada Raquel Dantas, que aparece ao lado do empresário, explicou que, durante a vistoria no local, não foram encontrados alimentos vencidos ou estragados.

Segundo ela, nada indicava, até aquele momento, que os produtos usados nas pizzas estivessem contaminados.

Eles também destacaram que a interdição da pizzaria é uma medida preventiva da Vigilância Sanitária e que, por enquanto, não há confirmação de que os ingredientes sejam a causa do problema.

O caso ganhou ainda mais repercussão após a morte de Rayssa Maritein Bezerra e Silva, de 44 anos, registrada na manhã de terça-feira (17), no Hospital Senador Rui Carneiro, em Pombal, no sertão da Paraíba. A suspeita é de que ela tenha passado mal depois de consumir pizza em um estabelecimento da cidade.

No mesmo vídeo, Marcos Antônio prestou solidariedade à família da vítima. “Deixo minhas condolências aos familiares e a todos que estão com esses sintomas”, afirmou.

De acordo a CNN,nos últimos dias, o hospital da cidade registrou um aumento de atendimentos. Foram mais de 50 casos de gastroenterocolite aguda (GECA), além de pacientes com vômito e dores abdominais. No domingo (15), houve 36 atendimentos, sendo a maioria por GECA.

Já na segunda-feira (16), foram 38 pessoas atendidas, com diferentes sintomas, incluindo vômito, dor abdominal e suspeita de intoxicação alimentar.

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