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Morre Marcos Vilaça, imortal da Academia Brasileira de Letras, aos 85 anos

Escritor, advogado e jornalista estava internado na Clínica Florença, no Bairro das Graças, em Recife e morreu de falência múltipla dos órgãos

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Marcos Vilaça era o sétimo ocupante da Cadeira nº 26 da ABL • Divulgação/ ABL

O escritor, advogado e jornalista Marcos Vilaça morreu neste sábado (29), em Recife, aos 85 anos, de falência múltipla de órgãos. A informação foi divulgada pela Academia Brasileira de Letras, onde Vilaça ocupava a cadeira número 26.

Ele estava internado na Clínica Florença, no Bairro das Graças, em Recife, onde será cremado. As cinzas de Vilaça serão jogadas na Praia da Boa Viagem, onde estão as da sua esposa Dona Maria do Carmo, atendendo a um desejo antigo dos dois.

Obras

Na década de 1960, Marcos Vilaça construiu uma carreira significativa na literatura, área que o consagrou enquanto grande intelectual. Um pouco antes, em 1958, publicou Conceito de Verdade, que se tratava do discurso que pronunciou no Salão Nobre do Colégio Nóbrega em dezembro de 1957, na condição de orador da turma de concluintes do Curso Clássico. No mesmo ano, publicou A Escola e Limoeiro e em 1960 lançou as crônicas de viagem Americanas.

Em 1961, Marcos Vilaça publicou um dos seus trabalhos literários de maior sucesso: Em torno da Sociologia do Caminhão, que recebeu o prêmio Joaquim Nabuco da Academia Pernambucana de Letras.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde