Governo define aumento de até 3,81% nos medicamentos, o menor dos últimos 20 anos
Segundo Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), o reajuste não é automático e pode variar entre 1,13% e 3,81%

O preço dos medicamentos pode subir até 3,81% em 2026, segundo definição do governo publicada nesta terça-feira (31). Esse é o limite médio permitido por lei — mas isso não significa que todos os remédios vão aumentar nesse valor. Os preços mudam partir de 1º de abril de 2026.
Na prática, farmácias e fabricantes podem aplicar reajustes menores ou até manter os preços, dependendo da concorrência e das condições do mercado.
Esse aumento é definido uma vez por ano pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), seguindo regras previstas em lei para evitar preços abusivos e garantir que os remédios continuem sendo oferecidos à população.
O reajuste varia conforme o tipo de medicamento:
- Até 3,81%: remédios com muita concorrência
- Até 2,47%: concorrência intermediária
- Até 1,13%: pouca ou nenhuma concorrência
Mesmo com a autorização, esse é o menor reajuste dos últimos 20 anos e ficou abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses, que foi de 3,81%.
Alguns produtos não entram nessa regra, como fitoterápicos, homeopáticos e certos medicamentos que não precisam de receita e têm muita concorrência. Esses seguem regras próprias de preço.
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