Belo Horizonte
Itatiaia

Exame aponta que ganhador da Mega-Sena que morreu em clínica sofreu parada cardiorrespiratória

Antônio Lopes Siqueira, de 73 anos, morreu na quarta-feira (4) após um procedimento odontológico em uma clínica da capital; Polícia Civil vai investigar causa da morte

Por
Idoso ganhador de prêmio milionário na Mega-Sena que morreu nesta quarta-feira (4) em Cuiabá (MT)
Antônio faturou R$ 201.963.763,26 com uma aposta simples de R$ 5 realizada na lotérica Ipiranga, em Cuiabá • Redes sociais/ Reprodução | Rômulo Ávila/ Itatiaia

Antônio Lopes, ganhador da Mega-Sena de R$201 milhões, que morreu na última quarta-feira (4), em Cuiabá (MT) sofreu uma parada cardiorrespiratória, conforme exame de necropsia Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Apesar do exame, a perícia ressalta que 'ainda não é possível afirmar que esta foi a causa principal e definitiva da morte'. Exames complementares serão realizados para conclusão do caso.

Investigação

Segundo informações o pecuarista, de 73 anos, morreu durante um procedimento odontológico na manhã da última quarta-feira (4) em uma clínica da capital. A DHPP de Cuiabá foi acionada a tarde sobre a ocorrência de uma possível morte súbita.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e constatou a morte do idoso no local.

Após a liberação do Instituto Médico Legal (IML), o corpo de Antônio foi levado na quinta-feira (5) para ser velado em Jaciara, cidade natal do pecuarista que deixou quatro filhos.

A investigação segue em andamento para apurar a causa da morte. Os funcionários da clínica, incluindo o responsável pelo procedimento devem ser ouvidos nos próximos dias.

Um dos maiores prêmios da história

No dia 9 de novembro o idoso faturou R$ 201.963.763,26 com uma aposta simples de R$ 5, após acertar as seis dezenas do sorteio. Foi o sexto maior prêmio da história dos sorteios regulares da loteria.

Para quem aposta o bilhete simples a probabilidade de acertar as seis dezenas é de uma em mais 50 milhões, mas o pecuarista provou que é possível.

Por

Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde