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Dono da Ultrafarma consegue habeas corpus e não deve pagar fiança de R$ 25 milhões

O empresário Sidney Oliveira conseguiu habeas corpus nesta sexta-feira (22); a defesa alega que o investigado não dispõe de capacidade financeira para depositar o valor

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Sidney Oliveira Ultrafarma
Sidney Oliveira • Divulgação

O empresário Sidney Oliveira, dono e fundador da Ultrafarma, conseguiu habeas corpus nesta sexta-feira (22) e não precisará pagar a fiança de R$ 25 milhões por sua soltura.

A defesa alegou que o investigado não dispõe de capacidade financeira para depositar o valor fixado como fiança, e solicita "a concessão da liberdade provisória sem fiança ou, alternativamente, a diminuição para valor compatível com a capacidade financeira do investigado".



O Tribunal de Justiça de São Paulo acolheu o pedido e suspendeu a exigência do pagamento da fiança milionária, em caráter liminar, ou seja, até o julgamento final do habeas corpus.

O Ministério Público havaia pedido a prisão de Sidney Oliveria após o não pagamento da fiança, no valor de R$ 25 milhões e que venceria nesta sexta-feira (22).

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Relembre o caso

Segundo o Gedec (Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos), o esquema que fraudava o ressarcimento de créditos de ICMS começou em maio de 2021.

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Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.