Defesa do piloto do balão que caiu alega que 'pessoas pularam sem autorização'
O balão com 35 pessoas caiu na manhã de domingo (15), deixou um morto e vários feridos no interior de São Paulo

A defesa de Fábio Salvador Pereira, que pilotava o balão e causou a morte da mineira Juliana Alves Prado, 27, disse que apenas as pessoas que pularam do veículo sem autorização se machucaram.
Segundo o advogado, Gabriel Gianinni Ferreira, o piloto está com a documentação em dia e que o acidente ocorreu em razão de uma mudança do clima.
Fábio foi preso em flagrante por homicídio culposo, a defesa também afirmou à Itatiaia que vai pedir um "habeas corpus pedindo a liberdade do piloto pois não houve conduta dolosa".
Queda do balão
O balão com 35 pessoas, sendo 33 passageiros, o piloto e um auxiliar caiu por volta das 7h50 de domingo (15), na Estrada Municipal Vereador Geraldo Portela, em uma área rural de Capela do Alto. Durante o voo, o piloto realizou tentativas mal sucedidas de pouso em áreas inadequadas, o que resultou na queda dos ocupantes. A Guarda Civil Municipal prestou os primeiros socorros no local.
A vítima fatal é Juliana Alves Prado Pereira, de 27 anos, psicóloga natural de Pouso Alegre, em Minas Gerais. Ela fazia o passeio com o marido, Leandro de Aquino, para comemorar o Dia dos Namorados. O corpo da mineira foi sepultado nesta segunda-feira (16) em sua cidade fatal.
*Informações iniciais da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) apontavam que a vítima estava grávida, no entanto, familiares de Juliana Alves Prado Pereira confirmaram à Itatiaia que ela não estava grávida.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde


