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Ex-vereador é preso transportando 257 quilos de cabelo humano

Júnior Rodrigues afirmou que pegou os materiais em Ponta Porã e levaria até Dourados, onde receberia R$ 1 mil pelo transporte

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cabelo humano
cabelo humano • Divulgação PF

O que diz a defesa?

Segundo o Jornal Midiamax, a defesa sustenta que a empresa contratante do serviço de transporte apresentou a documentação fiscal exigida, incluindo o contrato de aquisição na Receita Federal do Brasil. Segundo os advogados, não houve imputação de crime de contrabando, mas tão somente de descaminho.

A comercialização de cabelo humano é uma atividade lícita.

O Jornal "Midiamax" declarou em reportagem que falou por videochamada com o ex-vereador, que negou estar preso. Ele demonstrou consternação e omitiu ter sido conduzido à PF.

Em determinado momento, chegou a mostrar o quintal do imóvel em que se encontrava, dizendo que “na cadeia não tem piscina”.

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Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo. Atualmente, colabora com as editorias Turismo e Emprego e Concursos.