Itatiaia

Cachorrinha é velada ao lado de pai e filhas, vítimas de grave acidente no MS; veja fotos

Vítimas viajavam de Sinop até Campo Grande para participar de outro velório quando caminhonete em que estavam bateu contra uma carreta na BR-163

Por
Despedida aconteceu nesta terça-feira (08), na cidade de Bela Vista. • Imagens cedidas à Itatiaia | Pax Sudoeste

O pai e as suas duas filhas que morreram em um acidente de carro na BR-163, no Mato Grosso do Sul, foram velados lado a lado com a cachorrinha da família, que também não resistiu à batida e morreu. A despedida de Antônio Pedro Zardin Filho, de 42 anos, Maria Fernanda, de 15, Maria Carolina, de 11, e da cadela Lola ocorreu nesta terça-feira (08), na cidade de Bela Vista. A cachorrinha, da raça fox paulistinha, recebeu um pequeno caixão e foi colocada na mesma sala onde eram velados o homem e suas filhas.

Os quatro morreram após a caminhonete em que viajavam bater de frente com uma carreta na manhã de segunda-feira (07), nas proximidades de São Gabriel do Oeste, a cerca de 140 quilômetros de Campo Grande. Antônio e Maria Fernanda, o pai e a filha mais velha, morreram no local. Maria Carolina, a caçula, chegou a ser socorrida e levada para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos. A cadela Lola também morreu na colisão.

Veja imagens do velório

Viagem era para outro velório

Segundo informações divulgadas pelo Portal g1, o destino da família era o velório de Arcenio Marcionilio Machinski, avô materno das meninas. Ele havia morrido no domingo (06), mesmo dia em que Antônio e as filhas iniciaram a viagem.

Ainda de acordo com o site, familiares da vítima afirmaram que Antônio havia relatado problemas mecânicos na caminhonete e avisado que seguiria pela rodovia em velocidade reduzida, porque o veículo não estava respondendo normalmente.

Mais perdas

A tragédia com o pai e suas filhas aconteceu pouco mais de um ano depois de outras duas mortes atingirem a família. Segundo o g1, Cristina Machinski, esposa de Antônio e mãe de Maria Fernanda e Maria Carolina, morreu em janeiro de 2025, após enfrentar um câncer. Poucos dias antes, em 1º de janeiro daquele ano, a mãe de Antônio também havia morrido.

Depois da morte da esposa, Antônio passou a cuidar sozinho das suas duas filhas. Cerca de oito meses antes do acidente, os três se mudaram para cidade de Sinop, onde ele conseguiu um emprego como engenheiro agrônomo.

Por

Estudante de Jornalismo na PUC e apaixonada pela área, Gabriela Neves gosta de contar histórias empolgantes e desafiadoras. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e mundo. Tem experiência em marketing pela Rock Content, cobertura de cidades pela Record Minas e assessoria política na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

 

 

Belo Horizonte