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Onze profissionais da enfermagem passam mal após tomarem café em hospital do DF

Funcionários do Hospital Regional de Santa Maria apresentaram náuseas, tremores e calafrios; Polícia Civil apura possível intoxicação

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Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) • Agência Brasília

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investigam o caso de 11 profissionais de saúde que passaram mal após consumirem café no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), na manhã desta terça-feira (21).

Segundo a PCDF, dez técnicos de enfermagem e um enfermeiro começaram a apresentar sintomas como náuseas, tremores, calafrios e mal-estar por volta das 9h, logo após ingerirem a bebida.

De acordo com as informações repassadas à polícia, ainda não foi possível identificar a marca do café consumido. A corporação informou também que o local onde a bebida é preparada não possui câmeras de monitoramento e que a copa é de acesso livre aos profissionais que atuam no pronto-socorro.

Em nota, o IgesDF informou que os 11 colaboradores foram atendidos imediatamente pelas equipes assistenciais do próprio hospital e permanecem em observação.

Segundo o instituto, 10 técnicos de enfermagem seguem sob cuidados no Pronto-Socorro da unidade. Todos estão conscientes, orientados, com quadro hemodinâmico estável e saturação adequada, sem registro de casos graves.

Como medida de segurança, a área onde o café foi preparado foi isolada para preservação do local. Também foram recolhidos materiais para análise pericial, e um boletim de ocorrência foi registrado na 33ª Delegacia de Polícia, responsável pela investigação.

A Polícia Civil informou que as diligências estão em andamento para esclarecer o que provocou os sintomas apresentados pelos profissionais.

O IgesDF destacou ainda que o atendimento aos pacientes do Hospital Regional de Santa Maria não foi afetado. Conforme o instituto, as escalas de trabalho foram reorganizadas para garantir a continuidade da assistência sem prejuízo à população.

O instituto afirmou que continuará acompanhando a evolução clínica dos colaboradores e colaborando com a investigação conduzida pela Polícia Civil.

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Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu conteúdos para as editorias Turismo, Gastronomia e Emprego/ Concursos. Atualmente, colabora com as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo.

 

 

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