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Chuva no RS: cavalo Caramelo deve morar em fazenda de universidade

Caso o dono não apareça nos próximos dias, ele morará na fazenda da universidade à qual o hospital veterinário pertence

O cavalo ‘Caramelo’, que ficou ilhado por quatro dias no telhado de uma casa após as enchentes no Rio Grande do Sul, continua internado no Hospital Veterinário da Ulbra.

De acordo com o Hospital Veterinário Ubra, o animal, possivelmente, era usado para puxar carroça. Caso o dono não apareça nos próximos dias, ele morará na fazenda da universidade. A informação é da NSC Total.

Na última segunda-feira (13), a unidade informou que o estado de saúde do animal seguia evoluindo muito bem. A equipe médica afirmou que “todos os parâmetros estão dentro da normalidade”, e que novos exames de sangue foram realizados para seguir monitorando o caso.

Devido ao tempo em que ficou com os movimentos restritos, ‘Caramelo’ desenvolveu algumas lesões na pele e nos músculos.

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“Agora, entre a rotina de cuidados dos médicos veterinários e os passeios próximos às baias dos animais de grande porte, a ideia é proporcionar um futuro melhor para Caramelo e fazer com que ele recupere os cerca de 50 kg abaixo do peso ideal”, informou no boletim divulgado pelo hospital veterinário.

Resgate

O cavalo ‘Caramelo’, que estava há dias ilhado em um telhado em Canoas, no Rio Grande do Sul, foi resgatado em 9 de maio, por equipes de resgate do estado. Quatro botes foram ao local para retirar o animal, que precisou ser sedado para entrar na embarcação. Imagens do momento foram registradas pelo influenciador Eduardo Bodybuilder.

O translado do cavalo até terra firme durou cerca de 1h. O animal foi colocado em um caminhão da cavalaria do Exército e encaminhado para atendimento veterinário.

Número de mortos sobe

A tragédia no Rio Grande do Sul já deixou 151 mortos, informou a Defesa Civil Estadual nesta quinta-feira (16). Seguem desaparecidas 104 pessoas e 806 estão feridas.

No total, 2.281.774 pessoas foram afetadas nos 458 municípios atingidos. Estão em abrigos 77.199 pessoas e 538.164 estão desalojadas. Até o momento, 76.620 pessoas e 11.932 animais foram resgatados. Um efetivo de 27.651 agentes foi mobilizado, com 4.405 viaturas, 45 aeronaves e 340 embarcações.


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