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Nova Fiat Strada será baseada na versão nacional do Grande Panda

Próxima geração da picape será construída a partir da plataforma CMP do inédito Argo X

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ProjeçãoFiat Strada
Projeção IA

A nova geração da Fiat Strada é um dos novos modelos previstos no investimento de R$ 30 bilhões da Stellantis para lançar 40 novos carros no Brasil até 2030. O valor já está sendo aplicado nas fábricas do grupo em Betim-MG, Goiana-PE e Porto Real-RJ.

No caso da Strada, a picape compacta que lidera as vendas de automóveis e comerciais leves no país nos últimos cinco anos, será atualizada entre 2027 e 2029 com a adoção da nova plataforma CMP, a mesma do novo Argo X e futuros SUVs da Fiat, os novos Pulse e Fastback.

Fiat Strada cabine dupla • Fotos Fiat divulgação
Fiat Strada cabine dupla • Fotos Fiat divulgação

A picape seguirá sendo produzida em Betim-MG nas configurações de cabines simples e dupla, com motorização 1.0 turbo híbrida leve (MHEV) de 12 Volts e mantendo da consagrada suspensão traseira de eixo de torção com molas semielípticas.

Além de prometer elevar o padrão construtivo e de segurança da marca no país, o Argo X terá forte influência na próxima geração da Strada. A começar pelo visual, que adotará os elementos retilíneos do hatch, inclusive aproveitando algumas peças de estamparia (portas e para-lamas) para amortizar custos de produção.

Existe a possibilidade de as versões mais caras da nova Fiat Strada sejam equipadas com faróis de LED com efeito pixelado, semelhante ao dos SUVs recém-revelados Grizzly e Grizzly Fastback, os sucessores de Pulse e Fastback, respectivamente.

• Projeção | KDesign
• Projeção | KDesign

Na cabine, a picape compacta aproveitará o painel, as forrações das portas e boa parte dos equipamentos do Argo X. O volante também será compartilhado com o hatch, assim como o painel digital integrado à tela da central multimídia.

Estruturalmente, a nova Fiat Strada será praticamente idêntica ao Argo X, mas receberá reforços para seguir cumprindo a função de veículo de carga. A robusta suspensão traseira com eixo ômega e molas semieliptícas será mantida.

• Divulgação
• Divulgação

As versões de entrada da picape, voltadas para o trabalho, manterão a motorização Firefly 1.3 flex aspirada de 107 cv de potência e o câmbio manual de cinco marchas.

As variantes topo de linha com cabine dupla serão movidas pelo motor 1.0 turbo flex auxiliado pelo sistema híbrido leve de 12 Volts, mas com a potência reduzida dos atuais 130 cv para 116 cv para atender às normas de emissões. O torque de 20,4 kgfm não será alterado. O câmbio automático CVT com sete marchas simuladas também será mantido.

 

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Guilherme Silva gosta do meio automotivo desde que se conhece por gente, mas começou a trabalhar no setor por acaso. São mais de 15 anos de experiência na área, com passagens por iCarros, Carsale, Webmotors, KBB e Mobiauto, além de ter colaborado com as tradicionais revistas Autoesporte, Motor Show e Quatro Rodas, produzindo matérias de diferentes temas e cobrindo eventos e salões no Brasil e no exterior.