Cadastur passa a exigir dados de raça, etnia e gênero
Mudança no sistema do Ministério do Turismo busca ampliar base de dados e orientar políticas públicas para o setor

O Ministério do Turismo passou a exigir o preenchimento obrigatório de dados de raça, etnia e gênero no Cadastur, sistema que reúne profissionais e empresas do setor e dá acesso a programas e políticas públicas.
A medida amplia a base de informações do ramo e deve ser usada para orientar políticas públicas e ações de capacitação, além de apoiar iniciativas de redução de desigualdades no mercado de trabalho do turismo.
O turismo ligado à valorização da cultura negra e da ancestralidade tem mostrado forte potencial de geração de emprego e renda em quilombos e territórios tradicionais em todo o país, segundo a pasta.
Para o órgão, a formalização desses negócios ajuda o Brasil a ampliar a competitividade de seus produtos turísticos em um cenário no qual viajantes buscam, cada vez mais, experiências autênticas, sustentáveis e socialmente responsáveis.
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Cadastur
Com o registro no Cadastur, profissionais como guias, agências de viagens, meios de hospedagem e organizadores de eventos passam a ter acesso a programas de apoio, linhas de crédito e ações de qualificação. Um dos exemplos é o Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que prevê mais de R$ 1 bilhão em financiamentos em 2026.
Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é repórter multimídia no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Antes passou pela TV Alterosa. Escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.



