Agência teria sido usada para monitorar autoridades dos Três Poderes, jornalistas, servidores públicos, opositores políticos e até aliados do ex-presidente
Investigação revelou uma estrutura paralela dentro da Abin, que usava um software espisão para monitorar opositores, jornalistas, servidores e líderes de movimentos sociais
Os advogados destacaram reportagem da Veja que aponta que o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro teria usado perfis numa rede social para revelar termos das tratativas da delação