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Zona zero: a tendência fitness que aposta no esforço mínimo

Exercícios suaves e acessíveis ganham espaço entre quem busca saúde sem treinos pesados

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Imagem ilustrativa • Freepik

Uma nova forma de se exercitar está chamando a atenção de quem quer cuidar da saúde sem enfrentar treinos exaustivos: o chamado exercício zona zero. A ideia é simples: movimentos muito leves, que podem ser feitos por qualquer pessoa, em qualquer lugar, sem precisar de equipamentos ou preparo físico.

Segundo o site The Conversation, a prática ganhou força por ser uma maneira acessível de se manter ativo, ajudando a melhorar o bem-estar sem sobrecarregar o corpo.

O que é a zona zero

Estudos mostram que até mesmo movimentos leves trazem benefícios para o corpo e a mente. Eles podem melhorar a circulação, regular a glicose, reduzir o risco de doenças cardíacas e até diminuir em até 26% a chance de desenvolver câncer, segundo uma pesquisa com mais de 85 mil adultos publicada no British Journal of Sports Medicine.

Além disso, praticar exercícios suaves com frequência ajuda a dormir melhor, melhora o humor e reduz o risco de doenças crônicas. Até mesmo atletas de alto rendimento usam sessões de baixa intensidade para acelerar a recuperação após treinos pesados.

Constância é melhor do que intensidade

De acordo com The Conversation, um dos motivos do sucesso da zona zero é a facilidade de manter o hábito. Muitas pessoas desistem de academias e treinos porque são difíceis de manter. Já atividades leves podem ser feitas no dia a dia, o que aumenta a chance de se tornarem uma rotina.

Especialistas lembram que a zona zero tem limites: quem deseja ganhar força ou resistência precisa incluir estímulos mais intensos. Mas para quem busca saúde, equilíbrio e qualidade de vida, a prática já pode ser suficiente.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.

 

 

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