Três plantas aquáticas que exigem poucos cuidados e são perfeitas para decorar o interior da casa
Fáceis de cuidar e muito práticas de manter, essas espécies não necessitam de solo e se desenvolvem bem com cuidados mínimos

Cultivar plantas em casa é uma atividade que além de embelezar o ambiente, pode servir como forma de aliviar o estresse, estimular a criatividade e melhorar o bem-estar geral. Para aqueles que não tem muita afinidade com a jardinagem, plantas cultivadas diretamente na água são uma ótima opção.
Violeta africana (Saintpaulia)
Essas plantas são conhecidas principalmente por suas flores pequenas e coloridas. Elas preferem ambientes úmidos, sem luz solar direta, e prosperam bem em ambientes internos, desde que a água seja trocada regularmente e mantida limpa.
Para cultivá-las na água, recomenda-se cortar uma folha com caule e colocá-la em um recipiente de vidro com água até que desenvolva raízes. Depois, você pode deixá-la lá ou transferi-la para o solo, se desejar. Quanto maior o recipiente em que ela vive, mais ela se expandirá a cada semana.
Coleus
O coleus é uma planta ornamental que se destaca por suas folhas com mais de uma cor. Embora necessite de substrato úmido e luz filtrada no solo, também se desenvolve bem na água.
Suas raízes crescem rapidamente se colocadas em um recipiente com água limpa e luz indireta. É importante lembrar de trocar a água a cada cinco a sete dias para evitar o acúmulo de bactérias.
Begônia
Existem muitas variedades de begônias, mas quase todas podem ser facilmente propagadas na água. Embora exijam rega moderada no solo, geralmente criam raízes sem problemas em ambientes aquáticos, desde que haja luz natural suficiente e um ambiente aquecido. É aconselhável usar vasos transparentes para observar o desenvolvimento das raízes e evitar a luz solar direta para evitar queimar suas delicadas folhas.
Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.



