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Quem deve evitar o café? Veja quando a bebida pode fazer mal

Embora faça parte da rotina de muita gente, a cafeína pode causar desconforto e piorar alguns sintomas em pessoas mais sensíveis

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Xícara de café
Saiba quais são os grupos que devem evitar o café • Magnific

Para a maioria dos adultos saudáveis, o café pode fazer parte de uma alimentação equilibrada quando consumido com moderação. Mas isso não significa que a bebida seja bem tolerada por todo mundo. Algumas pessoas são mais sensíveis à cafeína e podem apresentar reações mesmo após uma quantidade pequena.

Entre os efeitos mais comuns estão palpitações, tremores, ansiedade, agitação e dificuldade para dormir. A cafeína também pode permanecer no organismo por várias horas, o que significa que tomar café no fim do dia pode prejudicar a qualidade do sono, especialmente em quem já enfrenta algum distúrbio relacionado ao descanso.

Quem tem refluxo gastroesofágico também pode perceber uma piora dos sintomas após consumir café. Pessoas com determinadas condições cardiovasculares ou pressão alta, por sua vez, podem precisar de orientação individualizada, já que a cafeína pode provocar alterações temporárias na pressão arterial e na frequência cardíaca.

Outro grupo que merece atenção são crianças e adolescentes. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda evitar bebidas com cafeína nessa faixa etária, principalmente porque o consumo pode interferir no sono e contribuir para outros efeitos indesejados.

Durante a gravidez, também é importante ficar atento à quantidade de cafeína consumida. Além disso, alguns medicamentos podem interagir com a substância, aumentando ou prolongando seus efeitos. Pessoas que apresentam ansiedade intensa ou determinadas condições de saúde também podem ser mais sensíveis à cafeína.

Por isso, mais do que simplesmente definir o café como “bom” ou “ruim”, é importante observar como o organismo reage à bebida e considerar o contexto de cada pessoa. Se o consumo provoca sintomas frequentes ou se existe alguma condição de saúde, vale conversar com um médico ou outro profissional de saúde para entender qual quantidade é adequada para você.

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Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atuou na Rádio UFMG Educativa e em empresas de marketing, com experiência em produção de conteúdo, SEO e redação Atualmente, escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.

 

 

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