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'Prova Anti-Enzo' viraliza ao testar memórias da era analógica

Desafio com gambiarras antigas divide gerações nas redes sociais

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Divulgação / Pexels

Uma imagem com um desafio curioso viralizou nas redes sociais nos últimos dias. Batizada de “Prova Anti-Enzo”, a montagem reúne cinco figuras que só quem viveu a era analógica consegue relacionar sem dificuldade.

A proposta é simples: testar a memória afetiva do público com soluções improvisadas, as famosas “gambiarras”, que marcaram uma geração. Nas redes, a brincadeira divide opiniões entre quem reconhece de imediato as combinações e quem não faz ideia do que elas significam.

A imagem resgata um tempo em que era preciso paciência para gravar a música favorita direto do rádio, torcendo para não entrar vinheta no meio. Também traz à tona lembranças das idas às locadoras, da indecisão na escolha de um filme e das longas horas nas lan houses.

• Reprodução / Redes Sociais
• Reprodução / Redes Sociais

Confira as respostas do desafio:

1 → D 🩴 (prego e chinelo)
Solução improvisada clássica: quando a tira do chinelo arrebentava, o prego virava aliado para garantir mais algum tempo de uso.

2 → C 📺(esponja de aço e televisão)
O clássico truque para fazer a televisão parar de chuviscar. A esponja de aço ajudava a sintonizar o sinal da TV.

3 → A 📼 (caneta e fita cassete)
A caneta também era outro truque clássico da era analógica para rebobinar fita cassete. Bastava encaixar a ponta (com tampa) em um dos dois buracos e girá-la para a esquerda, economizando pilha no processo.

4 → E 🖨️(garrafa de álcool e mimeógrafo)
Quem pegou essa referência são só os raízes de verdade! O mimeógrafo era uma máquina duplicadora manual que copiava documentos e que funcionava à base de um papel especial (estêncil), tinta e, frequentemente, álcool. A combinação deixava um cheiro bem característico, após a impressão.

5 → B 💾(sopro e cartucho)
Quando o console não conseguia ler o cartucho, só sobrava uma coisa a ser feita: apelar para o sopro! Muitas vezes, o procedimento tirava a poeira acumulada e permitia a volta da diversão.

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*Giulia Di Napoli colabora com reportagens para o portal da Itatiaia. Jornalista graduada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), participou de reportagem premiada pela CDL/BH em 2022.