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O homem mais feliz do mundo revela o segredo da felicidade: basta se livrar dessas três coisas

Sentimentos negativos atrapalham caminho em direção à verdadeira realização pessoal

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Monge Matthieu Ricard, o homem mais feliz do mundo
Monge Matthieu Ricard, o homem mais feliz do mundo • Reprodução/YouTube

A chave para ser feliz é um dos segredos mais almejados pela humanidade. Um sentimento duradouro de felicidade, ao contrário de momentos rápidos de alegria, é um mistério para muitas pessoas que desejam uma vida mais tranquila e alinhada aos seus propósitos pessoais.

Entretanto, o enigma pode ter sido desvendado por Matthieu Ricard, conhecido como o homem mais feliz do mundo.

O monge budista, autor do livro “Felicidade: um guia para desenvolver a habilidade mais importante da vida”, relatou o que, para ele, é o caminho ideal em direção a uma vida mais feliz. Segundo ele, a verdadeira felicidade só será conquistada ao se livrar das fontes de sofrimento.

Liberte-se desses três sentimentos

Para Ricard, o grande fundamento da felicidade é a liberdade mental. Em entrevista à BBC News, o monge afirmou que o primeiro passo para uma vida plena é se libertar de características que levam à dor.

“A liberdade interior é estar livre de traços mentais e reflexões que, eventualmente, se traduzem em frustração e sofrimento”, disse.

De acordo com o escritor, o segredo para que alguém possa ser feliz é, portanto, livrar-se de três grandes sentimentos que apenas interferem na felicidade plena. São eles:

  • Ódio
  • Orgulho
  • Ciúmes

Sentimentos como esses não podem coexistir com a felicidade, já que são as raízes de problemas como ansiedade, estresse, raiva e baixa autoestima que, por sua vez, prejudicam o bem-estar e a paz interior.

Segundo o homem mais feliz do mundo, ao se deixar ser dominado pelo sentimento de ódio, pelo ciúme frequente e pelo orgulho, o indivíduo se torna um “escravo das próprias fabricações mentais”, atrapalhando a própria jornada em direção a uma maior realização pessoal.

“Nosso controle das condições externas é limitado e, às vezes, ilusório, mas podemos trabalhar nossa própria mente. Ela pode ser nossa melhor amiga ou pior inimiga. É a mente que traduz as circunstâncias externas em felicidade ou infelicidade. Portanto, se conseguirmos treinar a nossa mente e dominá-la um pouco, será de grande ajuda para nos libertarmos de nossas tendências habituais e pensamentos automáticos e, assim, sermos mais felizes”, afirma.

Dessa forma, cuidar da própria mente e libertar-se dos sentimentos negativos é o fundamento para uma vida mais plena e feliz.

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Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atuou na Rádio UFMG Educativa e em empresas de marketing, com experiência em produção de conteúdo, SEO e redação Atualmente, escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.