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12 coisas que vale a pena descartar antes de uma mudança, segundo especialistas

Veja quais objetos devem ser avaliados antes de serem colocados nas caixas para evitar levar itens sem utilidade para a nova casa

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Mudar de casa costuma ser uma boa oportunidade para fazer uma revisão do que realmente vale a pena levar. Antes de começar a colocar tudo em caixas, especialistas em organização recomendam separar objetos que perderam a utilidade, estão danificados ou simplesmente não combinam mais com a rotina da família.

Segundo uma reportagem publicada pelo site de notícias Infobae, com recomendações de organizadores profissionais citadas por veículos especializados, existem 12 categorias que merecem atenção especial durante essa preparação. A ideia é reduzir o volume da mudança e evitar gastos e trabalho desnecessários.

1) Roupas desgastadas

Camisetas esticadas, peças desbotadas, suéteres com bolinhas e roupas íntimas ou meias rasgadas estão entre os primeiros itens que podem ser retirados. A recomendação é não ocupar espaço nas caixas com peças que já não cumprem bem sua função.

2) Sapatos danificados ou sem uso

Calçados desconfortáveis, que não são usados ou estão danificados além de uma possível reparação também podem ser separados. Além de ocuparem espaço no armário, eles aumentam o volume da mudança.

3) Ferramentas e utensílios repetidos

É comum acumular mais de um abridor de latas, cortador, grampeador ou utensílio semelhante. A sugestão dos especialistas é manter o item preferido e avaliar se os duplicados realmente têm alguma utilidade.

4) Alimentos vencidos ou que não são consumidos

A despensa também merece uma revisão. Temperos antigos, alimentos vencidos, biscoitos que perderam a validade e outros produtos que provavelmente seriam descartados depois não precisam fazer parte da mudança.

5) Toalhas e roupas de cama deterioradas

Toalhas manchadas ou desgastadas, lençóis danificados e conjuntos incompletos podem ser eliminados durante a organização. O mesmo vale para peças infantis que ficaram guardadas mesmo depois de deixarem de ser utilizadas.

6) Cabos, carregadores e controles sem utilidade

Aquela gaveta cheia de fios e carregadores antigos pode ser outro ponto de atenção. Segundo os especialistas citados pelo Infobae, vale separar cabos, controles e conexões que não correspondem mais a nenhum aparelho em funcionamento.

7) Projetos que nunca saíram do papel

Materiais de artesanato, equipamentos comprados para começar uma atividade física e outros objetos relacionados a hábitos que nunca foram incorporados à rotina também podem ser avaliados.

A especialista Jenna Haefelin chamou esse tipo de acúmulo de “bagunça aspiracional”. A recomendação é considerar a possibilidade de se desfazer de objetos que não foram usados durante um ano.

8) Móveis que não cabem na nova casa

Antes de transportar móveis, é importante verificar as medidas da nova residência. Um móvel pode não passar pela porta, não caber em determinado ambiente ou apresentar problemas que tornem sua utilização pouco prática.

Fazer essa avaliação antes da mudança pode evitar custos posteriores com transporte, retirada ou substituição.

9) Potes plásticos antigos ou sem padrão

Recipientes frágeis, misturados e sem tampas correspondentes também podem ser separados. A recomendação é aproveitar a mudança para começar a organização da nova casa com um sistema mais uniforme.

10) Objetos infantis que ficaram para trás

Brinquedos, acessórios de bebê, roupas e fantasias que já não correspondem à idade das crianças podem acabar ocupando espaço por muito tempo sem serem utilizados.

Para os especialistas, a mudança é uma oportunidade de identificar esses objetos esquecidos e decidir quais ainda fazem sentido manter.

11) Objetos de decoração que já não agradam

Quadros, enfeites e outros itens decorativos que deixaram de combinar com o gosto dos moradores também podem ficar para trás. A ideia é que a nova casa seja composta por objetos que tenham algum significado ou despertem interesse em quem vive nela.

12) Objetos incompletos ou quebrados

Por fim, entram na lista aqueles objetos que perderam sua função: potes sem tampa, meias sem par e itens que já não funcionam.

A lógica é simples: se determinado objeto não pode ser utilizado, talvez não faça sentido gastar espaço e esforço para transportá-lo para a nova casa.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.

 

 

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