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Mapa-múndi de 1587 aponta localização da Arca de Noé em montanha citada pela Bíblia

Arqueólogos trabalham na Formação Durupinar, na Turquia, para desvendar mistério ligado a relato contido na Bíblia

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Mapa-múndi de 1587 indica que a localização final da bíblica Arca de Noé
Mapa-múndi de 1587 indica que a localização final da bíblica Arca de Noé • Reprodução

A busca pela localização da bíblica Arca de Noé ganhou novos capítulos com investigações na Formação Durupinar, uma estrutura de relevo singular que lembra o formato de um navio, situada na Turquia, próxima à fronteira com a Armênia. Arqueólogos e pesquisadores estão entusiasmados com a convergência de evidências cartográficas e achados materiais na região.

O Testemunho de um Mapa do Século XVI Um dos pilares dessa nova fase de interesse é o Planisfério de Urbano Monte, datado de 1587. Este mapa histórico, composto por 60 folhas que formam uma circunferência de 3 metros, é o maior de sua era e pertence atualmente ao acervo da Universidade Stanford. As informações são do Extra.

O documento cartográfico apresenta uma ilustração da Arca de Noé posicionada exatamente nas montanhas de Ararat.
Segundo o pesquisador independente Jimmy Corsetti, a representação de Monte coincide em localização e proporções com o sítio de Durupinar, reforçando a narrativa de Gênesis 8:4 sobre o repouso da embarcação após o dilúvio de 150 dias.

Descobertas Arqueológicas de Campo Além dos registros históricos, evidências físicas foram localizadas durante a construção de uma estrada perto da cidade de Dogubayazit, na província de Agri.

Mapa-múndi de 1587 indica que a Arca de Noé está no mesmo local de montanha que abrigaria a embarcação bíblica • Reprodução
Mapa-múndi de 1587 indica que a Arca de Noé está no mesmo local de montanha que abrigaria a embarcação bíblica • Reprodução

Foram encontrados fragmentos de cerâmica com milhares de anos, situados próximos ao contorno da formação geológica.
De acordo com o professor Faruk Kaya, da Universidade Agri Ibrahim Cecen, esses artefatos indicam a existência de atividade humana na região em um período que se alinha às cronologias tradicionais do Dilúvio, estimado em cerca de 5.000 anos atrás.

A presença desses fragmentos sustenta a hipótese de que o local possa ter abrigado a estrutura bíblica, que teria ficado submersa por milênios

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