Itatiaia

'Eu morri por 24 minutos': o relato de uma jornalista sobre o que viu após a morte

A experiência de quase morte de Tessa Romero, que ficou clinicamente morta por 24 minutos, desafia as opiniões sobre o fim da vida

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Marina Borges/ Itatiaia

A dúvida sobre o que acontece após a morte acompanha a humanidade há milênios. Mesmo com os avanços científicos e médicos, a resposta permanece incerta. No entanto, a experiência de uma jornalista espanhola lança uma nova perspectiva sobre o assunto. Conforme destaca o site do jornal indiano Times of India, Tessa Romero, de 50 anos, foi declarada clinicamente morta por 24 minutos. Ao voltar à vida, ela trouxe consigo um relato surpreendente que descreve como "uma sensação de paz profunda e uma certeza inabalável de que a morte não é o fim".

Romero, que antes era cética quanto a relatos de experiências pós-morte, mudou radicalmente sua visão após o ocorrido. "Aquele mundo era mais real do que este", afirmou. "O tempo era mais lento, os sentimentos eram mais profundos e tudo fazia sentido". Ela descreve a vivência não como um delírio ou sonho, mas como um encontro sereno com algo maior. "Eu não tenho mais medo do que vem depois. Agora sei que nunca estamos sozinhos".

Antes da curiosa experiência que viveu, Tessa enfrentava uma misteriosa doença que ainda não tinha diagnóstico. Alguns médicos cogitavam que seu corpo estivesse manifestando dores emocionais profundas. "Estava vivendo o período mais sombrio da minha vida", revelou. Ela acredita que seu colapso físico foi um reflexo direto de traumas não resolvidos. Dores que, após a experiência de quase morte, começaram a se curar, tanto emocional quanto fisicamente, segundo ela.

Hoje, a jornalista afirma que passou a encarar cada dia com gratidão e serenidade. "Cada dia é um presente", diz. "E a coisa mais valiosa que aprendi é que nunca estamos realmente sozinhos, nem mesmo quando morremos".

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.