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“Nossa convicção é plena”: ufólogo abre o jogo sobre evidências e autopsia no Caso Varginha

Pacaccini e jornalista da região relembram avistamentos e detalhes sobre a morte de militar que teria tido contato com criatura no Sul de Minas.

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Ufólogo destaca a importância de figuras técnicas que teriam tido contato direto com os desdobramentos do caso.
Comparado internacionalmente ao Caso Roswell (1947), nos Estados Unidos, o episódio mineiro diferencia-se pela base testemunhal. • Estela Torres

O ufólogo Vitório Pacaccini, que investiga o Caso ET de Varginha desde o seu início, destaca que este é um dos episódios mais documentados da ufologia mundial, conectando a zona rural ao perímetro urbano do Sul de Minas. A movimentação atípica teria começado muito antes do dia 20 de janeiro de 1996, data que marcou o auge do caso. Já na madrugada do dia 13 de janeiro, o casal Eurico e Oralina Freitas, residentes em uma fazenda entre Varginha e Três Corações, relatou comportamentos estranhos no gado e o avistamento de um objeto voador em formato de charuto sobrevoando o pasto.

Comparado internacionalmente ao Caso Roswell (1947), nos Estados Unidos, o episódio mineiro diferencia-se pela base testemunhal. Enquanto o caso no Novo México é frequentemente associado a evidências físicas, Varginha é sustentada por uma rede complexa de observadores. Além das irmãs Liliane e Valquíria e da amiga Kátia, Pacaccini afirma que militares participaram das operações de captura.


ET teria sido hospitalizado no Centro.

O ufólogo conclui reforçando a solidez das provas colhidas ao longo das décadas: “Os depoimentos são muito contundentes, são muitas pessoas que participaram diretamente das operações de captura dessas criaturas. Então, a nossa convicção é plena. E ainda sabemos que tem outras informações que estão por vir, muito em breve”.


Calçadas trazem representações de nave.

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Franciele Brígida é comunicadora formada pelo Centro Universitário do Sul de Minas (UNIS). Atua como repórter multimídia na Itatiaia Sul de Minas desde 2023.

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Estela Torres é jornalista pela Universidade de Alfenas e pós graduada em Docência do Ensino Superior pelo Centro Universitário do Sul de Minas. Está na Itatiaia Sul de Minas desde a instalação da emissora em Varginha, em 2009, atuando como produtora, repórter e apresentadora .