Minas Gerais tem 12 casos confirmados de mpox em 2026, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MG). Todos os pacientes estão “com evolução para cura”, de acordo com o órgão.
As ocorrências foram registradas em pessoas do sexo masculino, com idades entre 25 e 56 anos, informa a SES-MG em nota à Itatiaia. São oito casos em Belo Horizonte, dois em Contagem, um em Formiga e um em Ribeirão das Neves.
No Brasil, são
Ao todo, são 539 casos suspeitos, nove casos prováveis e nenhum óbito. Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11.
Entre os estados com mais casos de mpox confirmados, depois de SP, vem o Rio de Janeiro, com 18 confirmações, seguido por Minas Gerais, com 12 e Rondônia, com 11. Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina têm três registros em cada.
O Paraná tem dois casos casos de mpox confirmados. Amazonas, Ceará, Pará e o Distrito Federal têm um caso em cada.
Sintomas, transmissão e tratamento
Os principais sinais e sintomas incluem lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza. Ao apresentar sintomas, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde para avaliação clínica e informar eventual contato com caso suspeito ou confirmado.
A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e objetos contaminados. Para prevenção, recomenda-se evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Em situações de cuidado, devem ser utilizados equipamentos de proteção individual, como luvas e máscaras.
Pessoas com suspeita ou confirmação devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissão e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, lençóis e talheres. Também é fundamental reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel.
O tratamento é baseado em suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada. Não há, até o momento, medicamento específico para a doença.
A estratégia de vacinação prioriza pessoas com maior risco de evolução para formas graves, como pessoas vivendo com HIV/aids com imunossupressão, especialmente aquelas com contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses. A vacina também é indicada para profissionais de laboratório que atuam com nível de biossegurança 2 e pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções de casos suspeitos.