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Bird defende que Brasil adote imposto sobre produtos nocivos à saúde como cerveja e cigarro

Para o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento, a população de baixa renda seria o principal grupo beneficiado

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O Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) avalia que o Brasil deve adotar impostos mais altos sobre produtos nocivos à saúde, como tabaco, álcool e bebidas açucaradas. De acordo com a instituição financeira, no país, todos os anos são registradas cerca de 341 mil mortes que podem ser associadas ao consumo desses itens.

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A oportunidade para implementar esse imposto estaria na reforma tributária, que está em curso no Brasil. "A reforma tributária traz uma oportunidade para fazê-lo. Ela pode ser alcançada por meio do Imposto Seletivo na Lei Complementar, atualmente em discussão no Senado, e da Lei Ordinária que deve ser apresentada ao Congresso em 2025", avalia o Bird.

Além de causar impactos positivos na saúde dos brasileiros, o imposto ainda serviria para "arrecadar maiores receitas fiscais" e "para que haja progressos significativos na saúde pública e na receita tributária”.

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.