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‘Temos que proteger a economia brasileira’, diz Alckmin sobre ‘tarifaço’ dos EUA

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu nesta terça-feira (1) o diálogo com o governo dos Estados Unidos sobre a reciprocidade de tarifas

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Vice-presidente, Geraldo Alckmin • Marcelo Camargo/Agência Brasil

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (1) que o governo brasileiro irá aguardar a sanção do chamado ‘tarifaço’ dos Estados Unidos, antes de adotar eventual medida de retaliação.

Em conversa com jornalistas, Alckmin pregou o diálogo, mas deixou claro que o governo defenderá a economia brasileira e as empresas que atuam no país.

“Nós devemos aguardar o que os Estados Unidos irão fazer amanhã. Aí sim, depois de tomar conhecimento das medidas, o Brasil irá decidir. Nós temos o dever de proteger e fortalecer a economia brasileira, as empresas que trabalham aqui, exportam, que possuem comércio exterior” destacou Alckmin.

Na última semana, Trump sinalizou que as tarifas devem incluir todos os países, mas que as taxas podem ser menores do que se espera, e que o governo americano estará disposto a fazer acordos.

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (1) um projeto que cria a Lei da Reciprocidade Econômica.

O projeto determina que a Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligada à Presidência da República, adote contramedidas contra restrições econômicas impostas ao Brasil.

Entre as sanções previstas estão taxações adicionais, suspensão de concessões e bloqueios a remessas de royalties.

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Repórter da Itatiaia desde 2018. Foi correspondente no Rio de Janeiro por dois anos, e está em Brasília, na cobertura dos Três Poderes, desde setembro de 2020. É formado em Jornalismo pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso), com pós-graduação em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.

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