Senado deve votar regulamentação da reforma tributária nesta quinta (12)
O projeto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nessa quarta (11)

O plenário do Senado vota nesta quinta-feira (12) o projeto de lei complementar (PLP nº68/2024), que regulamenta a reforma tributária. O projeto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na quarta (11).
O projeto detalha a cobrança dos novos impostos criados com a reforma: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS), o chamado “imposto do pecado”, que incidirá sobre os produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
Entre os principais pontos alterados pelo relator, Eduardo Braga (MDB-AM), em relação ao texto aprovado na Câmara dos Deputados estava a inclusão das armas e munições no rol de produtos sobre os quais haverá a cobrança do IS. No entanto, um destaque – pedido de alteração do texto original – do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, retirou esse trecho.
O emedebista também zerou a alíquota dos medicamentos para as seguintes linhas de cuidado:
- tratamentos oncológicos;
- doenças raras;
- ISTs e Aids;
- doenças negligenciadas;
- vacinas e soros; e
- diabetes mellitus.
Além disso, o senador incluiu as despesas com telecomunicações no cashback, o mecanismo que permitirá a devolução de tributos das pessoas de baixa renda.
Amazonense, o relator restabeleceu ainda que a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) não será cobrada no comércio dentro da Zona Franca de Manaus e nas Áreas de Livre Comércio, que ficam localizadas em cidades fronteiriças da região amazônica.
Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia.
Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.




