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Redes sociais atacam Lula em meio ao 'caso Lulinha', revela Vox Radar

Pesquisa Vox Radar com CNN Brasil mostra as reações das redes sociais com o desenrolar das investigações contra o filho do presidente

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Lulinha, filho do presidente Lula • Reprodução / Redes Sociais

Uma pesquisa da Vox Radar realizada em parceria com a CNN Brasil, divulgada nesta quarta-feira (19), revela como as redes sociais reagem às investigações do ‘caso Lulinha’. A Polícia Federal (PF) apura o envolvimento do empresário Fábio Luís, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em um suposto esquema de tráfico de influência no Palácio do Planalto.

O caso envolve a relação do filho mais velho de Lula com a lobista Roberta Luchsinger e com o ex-chefe de gabinete do presidente, Marco Aurélio Santana Ribeira, conhecido como Marcola, no esquema de fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e um contrato de canabidiol sem licitação no Ministério da Saúde.

Segundo a pesquisa, 64% dos comentários nas redes sociais adotam uma posição contrária a Lula e à sua família, enquanto 17% fazem uma defesa do presidente, e 8% adotam uma posição de ‘contra-ataque’ ao apontar esquemas de corrupção na direita. O levantamento analisou 248.595 comentários de redes sociais entre os dias 13 e 19 de agosto de 2026.

Outros 4,4% revelam uma descrença nas instituições, em especial com o Supremo Tribunal Federal, com comentários do tipo “vai dar em pizza”; 3,9% atacam as matérias da imprensa, e 2,2% colocam esquerda e direita em pé de igualdade: “roubam igual”, diz um dos comentários.

A pesquisa ainda apontam para um julgamento moral do caso, com a maioria dos comentários não citando as revelações específicas das investigações. Segundo a Vox Radar, o que circula nas redes sociais é um resumo seguido pelo tom de condenação do presidente e seu filho. A demanda dominante das redes sociais é pela prisão de Lulinha.

O pior dia para o presidente nas redes sociais foi quando, em 14 de agosto, ele disse a um podcast que acreditava no filho e que não pediria o arquivamento dos inquéritos da PF. Nesse caso, a proporção entre condenação e defesa foi de 10 para 1, a mais desfavorável da semana.

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