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PT processa Jojo Todynho por fala sobre tentativa de compra de apoio a Lula por R$ 1,5 milhão

Partido alega que cantora e influenciadora difamou e atentou contra a honra ao insinuar que recebeu uma proposta para apoiar Lula em 2022

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A cantora e influenciadora Jojo Todynho • Reprodução | Globo

O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou no último sábado (30) uma ação criminal contra a cantora e influenciadora Jordana Gleise de Jesus Menezes, a Jojo Todynho. A legenda aponta que a artista difamou e atentou contra a honra ao insinuar que recebeu uma proposta de R$ 1,5 milhão para apoiar a campanha do então candidato Lula à Presidência da República, em 2022.

A declaração foi feita em entrevista ao canal "Brasil Paralelo". Jojo não apresentou provas sobre a suposta oferta.

"Todas as pessoas que fizeram campanha, páginas de fofocas que estão me atacando, todos ganharam dinheiro pra fazer campanha. Se para mim ofereceram R$ 1,5 milhão, imagina quanto outros não ganharam e continuam ganhando".

Na queixa-crime apresentada à Justiça do Rio de Janeiro, o PT afirma que a cantora, como pessoa pública, fez declarações mentirosas, sem provas plausíveis, e que podem levar a um processo de cassação da chapa do atual presidente.

O caso corre na 28ª Vara Criminal da Comarca da Capital do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).

Procurada pela Itatiaia, a assessoria de Jojo Todynho informou que a equipe jurídica da artista ainda não foi citada sobre a ação movida pelo PT.

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É jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB). Cearense criado na capital federal, tem passagens pelo Poder360, Metrópoles e O Globo. Em São Paulo, foi trainee de O Estado de S. Paulo, produtor do Jornal da Record, da TV Record, e repórter da Consultor Jurídico. Está na Itatiaia desde novembro de 2023.

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Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.

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