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Moraes negou incluir campanha difamatória em eleição no inquérito das milícias digitais

Candidatos às Prefeituras de Natal (RN) e João Pessoa (PB) acionaram o STF apontando a existência de “gabinetes do ódio” durante a campanha de outubro

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou a inclusão de duas queixas de campanha difamatória durante a eleição municipal deste ano no inquérito das chamadas milícias digitais.

Natália Bonavides, que concorreu pelo PT à Prefeitura de Natal (RN), e Cícero Lucena, candidato do PP à Prefeitura de João Pessoa (PB), acionaram a Corte reclamando de disparo de mensagens contra eles por supostos adversários.

Os dois apontaram a existência de milícias digitais e “gabinetes do ódio” nas duas cidades durante a campanha. A dupla, em pedidos diferentes, queria que Moraes estendesse a investigação sobre esses grupos em Natal e João Pessoa.

As decisões vieram a público nesta terça-feira (26), após Moraes derrubar o sigilo de investigações ligadas à tentativa de golpe de Estado no país.

Natália Bonavides perdeu a disputa em segundo turno para Paulinho Freire (União). Já Cícero Lucena foi reeleito em segundo turno contra Marcelo Queiroga (PL), ex-ministro da Saúde do Governo Bolsonaro.

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É jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB). Cearense criado na capital federal, tem passagens pelo Poder360, Metrópoles e O Globo. Em São Paulo, foi trainee de O Estado de S. Paulo, produtor do Jornal da Record, da TV Record, e repórter da Consultor Jurídico. Está na Itatiaia desde novembro de 2023.

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