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Ministério de Minas e Energia monta sala de situação na região do ciclone

Até o momento 11 pessoas morreram e 10 estão desaparecidas, devido aos impactos do ciclone que atinge o Sul do Brasil

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O objetivo é reestabelecer o serviço de energia elétrica o mais rápido possivel no local
O objetivo é reestabelecer o serviço de energia elétrica o mais rápido possivel no local • Agência Senado

O Ministério de Minas Energia (MME) instalou uma sala de situação para acompanhar a falta de energia elétrica no Rio Grande Sul provocada pelo forte ciclone extratropical que, até o momento, matou 11 pessoas e deixou 10 desaparecidos. As chuvas intensas provocaram inundações, deslizamento de terra e falta de acesso ao serviço de energia elétrica em diversas áreas.

O comitê é formado pelo Ministério de Minas e Energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica e as concessionárias de distribuição que atuam nos municípios afetados. O objetivo é reestabelecer o serviço de energia elétrica o mais rápido possível com atenção especial para hospitais unidades consumidoras imprescindíveis à prestação de apoio aos afetados.

“Nós não vamos parar até que toda a situação seja controlada no estado. Queremos fazer isso de forma célere, com esta sala de situação, para atender todas as famílias, tanto nos serviços de energia elétrica como em todos os cuidados que elas precisam e merecem. Sob a liderança do nosso presidente Lula, faremos isso de maneira coordenada e articulada com o Governo do Estado, com as prefeituras, as nossas vinculadas, as distribuidoras locais, até que tudo se resolva”, disse ministro Alexandre Silveira.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.