Governo quer que Conmebol investigue racismo contra jogador do Palmeiras
Em nota, o Ministério do Esporte manifestou sua “profunda indignação e repúdio” aos atos racistas sofridos por jogadores do clube paulista, especialmente o atacante Luighi

O Ministério do Esporte manifestou nesta sexta-feira (7) sua “profunda indignação e repúdio” aos atos de racismo sofridos por jogadores do Palmeiras Sub-20, especialmente o atacante Luighi, durante a partida contra o Cerro Porteño pela Libertadores Sub-20, realizada na quinta-feira (6), no Paraguai.
Torcedores paraguaios presentes no Estádio Gunther Vogel, em Assunção, cuspiram e chamaram de macaco o atacante brasileiro, em mais um caso de racismo em competições da América do Sul. O jogador foi às lágrimas no banco de reservas, após ser substituído. O Palmeiras venceu por 3 a 0.
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“Reiteramos que o racismo é crime e não será tolerado em hipótese alguma. Este Ministério exigirá, junto à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), uma investigação rigorosa do ocorrido e a aplicação das sanções cabíveis aos responsáveis, conforme as normas vigentes. É imperativo que as leis sejam cumpridas com rigor para coibir e erradicar qualquer manifestação discriminatória no esporte", afirmou a pasta, em nota.
Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.



