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Governo de MG garante que não haverá reajuste na tarifa após privatização da Copasa

Governador Mateus Simões (PSD)afirmou que a agência reguladora do estado vai continuar a fiscalização, o que garantirá um serviço de qualidade e não haverá mudanças nas projeções das tarifas

Por, de São Paulo
Reprodução | B3

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), comemorou a conclusão do processo de privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), que ocorreu nesta terça-feira (16), na B3, em São Paulo.

Simões afirmou que a agência reguladora do estado vai continuar a fiscalização, o que garantirá um serviço de qualidade e não haverá mudanças nas projeções das tarifas.

“As tarifas continuam sendo controladas pela agência reguladora. Não há nenhuma alteração na forma de formação do preço da conta que chega a cada um dos mineiros. Também não há nenhum prejuízo aos municípios”, explicou.

A partir de agora, a estatal mineira terá como investidora referência (principal acionista), o Grupo Equatorial, que fez uma proposta de R$ 49,03 por ação da empresa, o que totaliza R$ 5,59 bilhões pela totalidade das ações da chamada alocação prioritária.

O fim do processo acontece após a oferta subsequente de ações (“follow-on”), que registrou forte demanda entre investidores, movimentando um total de R$ 8,3 bilhões.

O CEO do Grupo Equatorial, Augusto Miranda, prometeu acelerar o processo de universalização do saneamento em Minas.

“Vamos ampliar investimentos, acelerar a universalização e modernizar a operação. Um compromisso de longo prazo com Minas e com a sociedade mineira. Trabalharemos juntos, sempre com diálogo e transparência”, disse Miranda.

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.