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Roscoe minimiza dissidências no PL e apoio de filiados a Cleitinho

Em sabatina da CNN Brasil, candidato ao governo de Minas diz que não exigiria fidelidade partidária que provocasse uma cisão familiar e minimiza apoio de integrantes do PL à candidatura de Cleitinho Azevedo (Republicanos)

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Flávio Roscoe durante sabatina da CNN Brasil nesta terça-feira (25)
Flávio Roscoe durante sabatina da CNN Brasil nesta terça-feira (25) • Reprodução CNN

O candidato ao Governo de Minas Gerais Flávio Roscoe (PL) afirma que não considera que haja uma debandada de integrantes do partido em favor da candidatura de Cleitinho (Republicanos) ao governo estadual. Segundo Roscoe, as manifestações de apoio são um reflexo do cenário político brasileiro e não representam uma crise dentro da legenda. A declaração foi dada durante sabatina da CNN Brasil, nesta terça-feira (25).

A afirmação ocorre após candidatos do PL em Minas Gerais manifestarem apoio a Cleitinho, que disputa o governo do estado pelo Republicanos. Apesar de o PL ter candidatura própria, com Roscoe, integrantes da legenda solicitaram à direção estadual autorização para pedir votos para o adversário.

Roscoe citou como exemplo o deputado Eduardo Azevedo, irmão de Cleitinho, e afirmou que autorizou a liberação para que ele pudesse fazer campanha para o irmão. Segundo o candidato, exigir fidelidade partidária nesse caso poderia provocar uma ruptura familiar.

“Não tem como o irmão estar no palanque e o outro em outro. É uma coisa razoável. Eu jamais exigiria uma fidelidade partidária que fosse provocar uma cisão na família.”

De acordo com Roscoe, a situação foi discutida, após Cleitinho confirmar a candidatura ao governo de Minas, e ele próprio teria autorizado o partido a liberar Eduardo para apoiar o irmão.

O candidato também mencionou o vereador Vile Santos, que, segundo ele, possui uma relação pessoal de longa data com Cleitinho. Flávio afirmou que a decisão de apoiar o candidato do Republicanos cabe ao vereador.

Movimento interno

Apesar dos apoios, Roscoe minimizou a dimensão do movimento dentro do PL. Segundo ele, a legenda tem mais de uma centena de candidatos em Minas Gerais e apenas dois teriam manifestado apoio a Cleitinho.

“Eu não acho que isso é um caso grave de debandada do PL. É apenas um sintoma de como a política brasileira anda, políticos de vários partidos apoiando com a infidelidade partidária. Isso não é só o caso isolado aqui do PL em Minas Gerais, não", finalizou.

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Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), atualmente mestranda em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já atuou na Band Minas e na TV Alterosa.

 

 

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