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‘Quem vota em Lula está votando em Alexandre de Moraes’, afirma Flávio Bolsonaro na Paulista

Candidato do PL ao Palácio do Planalto participou de ato contra ministro Moraes e governo Lula na Avenida Paulista, no centro de São Paulo

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Brazilian presidential candidate Flavio Bolsonaro, of the Liberal Party (PL), hold hands with his wife Fernanda Antunes Figueira during a rally on the Independence Day parade in Sao Paulo, Brazil, on September 7, 2026. Brazil will hold a presidential election on October 4, 2026. (Photo by Miguel SCHINCARIOL / AFP) • AFP. Miguel SCHINCARIOL

O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência da República, defendeu o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (7), durante discurso na Avenida Paulista, em ato contra Moraes e contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Quem vota em Lula está votando em Alexandre de Moraes. Não vamos permitir que Lula indique mais quatro Alexandres de Moraes para o Supremo Tribunal Federal. Eu vou indicar cinco ministros, porque Moraes vai cair”, afirmou Flávio.

“Temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes. Aquela laranja podre não pode contaminar toda a corte. O Supremo não é Alexandre de Moraes. O Judiciário não é Alexandre de Moraes”, continuou o senador em seu discurso na Avenida Paulista.

Flávio fez várias referências ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso desde o final do ano passado após ser condenado pelo STF por participar de uma tentativa de golpe de Estado.

“Ele tomou a primeira facada em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro de 2018, ontem completou 8 anos desse atentado contra sua vida. No dia 7 de setembro daquele ano estávamos lutando por sua vida, na Santa Casa de Juiz de Fora. Mas ele está mais vivo do que nunca. Deram uma segunda facada em Bolsonaro: essa farsa que foi o 8 de janeiro, que condenaram um homem correto, honesto, que tem Deus no coração, por crimes que ele não cometeu. Foi a segunda facada”, afirmou Flávio.

“Eu estou encarando essa missão com muita fé, com muita dedicação, mesmo que minha vida esteja em risco, fazendo campanha com colete à prova de bala, porque sei o que a esquerda é capaz. Vão tentar uma terceira facada, não só em mim, mas nos meus aliados. Estou avisando. O que tenho a dizer a vocês que vão tentar mais uma vez: não vai adiantar nada, porque estou aqui de peito aberto e nós juntos somos mais fortes do que eles”, discursou o candidato do PL.

'Amigo para chefiar a PF'

Flávio Bolsonaro fez duras críticas ao governo Lula e buscou associar o governo petista às denúncias de corrupção no INSS. Ele citou o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, chamado de ‘Lulinha’, como exemplo de impunidade no país.

“Nós vamos tirar do poder o governo mais corrupto da história. Formado por pessoas incompetentes, que arromba as estatais e toma dinheiro dos aposentados do INSS. Esse consórcio de Lula com Moraes vai acabar. O Lula indicou dois ministros do Supremo com a missão de perseguir Bolsonaro e seus aliados. Lula indicou um procurador-geral da República com a missão de perseguir Bolsonaro e seus aliados. Lula colocou o seu amigo para ser chefe da Polícia Federal, para perseguir Bolsonaro e seus aliados. E para proteger o Lulinha, que está na Espanha, morando do lado do Vini Júnior, lugar caro, tomando vinho caro. Quem está bancando o Lulinha é o dinheiro do aposentado do INSS”, disse Flávio.

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Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

 

 

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