Flávio diz que ameaça de autoridades de Judiciário impediram apoio à sua candidatura
Senador e candidato do PL ao Palácio do Planalto afirmou que atuação de autoridades impediram aliança com partidos como o Republicanos, PP e União Brasil

O candidato do PL ao Palácio do Planalto, senador Flávio Bolsonaro, afirmou que a influência de autoridades do Judiciário atuaram para impedir que alguns partidos do chamado ‘Centrão’ apoiassem sua candidatura.
Em entrevista ao Jornal da Itatiaia, na manhã desta terça-feira (18), o candidato afirmou que lideranças partidárias receberam ameaças de altas autoridades em Brasília e disse que o caso é mais um exemplo de que o “Brasil não vive uma democracia plena”. Ele, porém, não citou o nome das autoridades que teriam atuado contra sua campanha.
O senador, no entanto, comemorou o fato de que, mesmo sem o apoio forma, muitas lideranças de partidos que ficaram neutros na disputa presidencial, declararam o voto em sua campanha.
“Apesar de esses partidos não terem vindo formalmente, seria importante ter o tempo de TV e rádio, mas hoje todos estão vendo as razões. Eles receberam ameaças de altas autoridades em Brasília para não se juntar à minha candidatura. O sistema está com medo de Flávio Bolsonaro”, afirmou.
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“Só que todas as pessoas destes partidos, inclusive as mulheres que foram cogitadas para ser vice-presidente, Teresa Cristina, Dani Marques, Simone Marquetto, todas estão comigo e participaram da construção do nosso plano de governo. Elas terão um papel muito importante em meu governo. As principais lideranças desses partidos, o Tarcísio, o Ricardo Nunes, estão com a gente apesar de não ter o apoio formal. Esse é mais um sintoma de que não vivemos uma democracia plena a partir do momento que autoridades do Judiciário fazem algum tipo de constrangimento para líderes partidários tomarem suas decisões dentro da política”, continuou Flávio Bolsonaro.
Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.
Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.





