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‘Espero que Fachin convoque sessão do plenário imediatamente’, cobra Flávio Bolsonaro

Candidato do PL afirmou que decisão de Flávio Dino descumpre a Constituição é precisa ser levada ao plenário do STF

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Brazilian right-wing presidential candidate Flavio Bolsonaro, of the Liberal Party (PL), speaks to the media as he arrives at Serrinha Airport ahead of a campaign rally with motorcycle riders in Juiz de Fora, Minas Gerais state, Brazil on September 9, 2026. Brazil will hold a presidential election on October 4, 2026. (Photo by Pablo PORCIUNCULA / AFP) • AFP

O candidato do PL ao Palácio do Planalto, senador Flávio Bolsonaro, afirmou que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, precisa levar com urgência a decisão de Flávio Dino, que suspendeu uma outra decisão de André Mendonça, para o plenário do tribunal.

“Canetadas completamente ao arrepio do que diz a Constituição e do que diz a lei. Espero que o presidente do Supremo, ministro Fachin, suspenda imediatamente essa decisão do Flávio Dino e convoque uma sessão do plenário, para que se decida sobre essas questões, de forma pública e aberta”, afirmou Flávio.

O senador desembarcou em Juiz de Fora, na Zona da Mata, para uma série de atos de campanha na região.

Flávio fez duras críticas ao ministro Flávio Dino, que estaria, segundo o candidato, atuando para ajudar o governo Lula na eleição presidencial. “Todo mundo está vendo que o ex-ministro do Lula, o Flávio Dino, não tem processo para julgar, ele tem causa para defender, que é a causa do Lula. Brasil virou uma várzea e perderam qualquer pudor em tomar decisões contra os precedentes do Supremo, contra a Constituição, para se protegerem”, afirmou Flávio Bolsonaro.

Disputa de liminares

Nesta quarta-feira, Dino determinou a reintegração imediata de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF) e de Leandro Almada à Diretoria de Inteligência da corporação.

Os dois estavam suspensos por decisão do ministro André Mendonça - decisão que foi acompanhada pelos ministros Kássio Nunes Marques e Luiz Fux na terça-feira (8). A decisão de Mendonça foi tomada no contexto dos desdobramentos das investigações sobre os casos Banco Master e INSS, que estão sob relatoria do ministro no STF.

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Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.

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Márcio Santos é jornalista e locutor. Como repórter, participou de várias jornadas esportivas pela Itatiaia e também tem passagens pelas rádios CBN, Globo, Solar e jornal Tribuna de Minas.

 

 

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