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Conheça a carreira política de Mônica Benício, pré-candidata ao Senado pelo RJ

Arquiteta e vereadora do Rio pelo PSOL em segundo mandato, foi lançada pelo partido como pré-candidata ao Senado Federal em abril de 2026

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A vereadora Mônica Benício, líder da bancada do PSOL na Câmara Municipal do Rio, vai prestar queixa-crime após receber um email contendo ameaças de estupro corretivo
Mônica Benício (PSOL), pré-candidata ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro em 2026 • Reprodução/Instagram

Arquiteta, urbanista e vereadora do Rio de Janeiro pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Mônica Benício é pré-candidata a uma das vagas do Rio de Janeiro no Senado Federal nas eleições de 2026. Em abril de 2026, colocou o nome à disposição do partido para a disputa, em conferência eleitoral realizada na Lapa, no Rio.

Na disputa pelo Senado, Benício se apresenta como candidatura de esquerda e defende pautas ligadas ao direito à cidade, à habitação e aos direitos humanos.

A definição do candidato do PSOL ao Senado pelo Rio de Janeiro ainda está em curso — o partido avalia também o nome da professora Luciana Boiteux e do Professor Túlio para a vaga. A candidatura será oficializada na convenção partidária, prevista para agosto.

Mônica Tereza Azeredo Benício nasceu em 1º de fevereiro de 1986, no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, onde foi criada. Formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-Rio e concluiu mestrado na mesma universidade, com pesquisa voltada ao direito à cidade e à violência urbana. Antes de entrar na política institucional, atuou como ativista de direitos humanos e como arquiteta com foco em urbanismo social.

A entrada na política

Mônica Benício ingressou na disputa eleitoral em 2020, incentivada pelo PSOL, quando se candidatou a vereadora do Rio de Janeiro. Foi eleita com 22.919 votos, tornando-se a primeira vereadora assumidamente lésbica da Câmara Municipal do Rio.

Sua entrada na política se deu após o assassinato de Marielle Franco, vereadora do PSOL e sua companheira, em março de 2018. Após o crime, Benício passou a atuar publicamente na busca por justiça e na preservação do legado político da vereadora, viajando a outros países para tratar do caso com autoridades e organismos internacionais.

O segundo mandato e a atuação na Câmara

Em 2024, Mônica Benício foi reeleita vereadora do Rio de Janeiro com 25.382 votos. Na Câmara Municipal, presidiu comissões e atuou em pautas de urbanismo, habitação e direitos das mulheres e da população LGBTQIA+.

Ao longo dos mandatos, foi autora de leis aprovadas pela Casa, entre elas o Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio (lei 7.291/2022) e o Programa de Apoio e Acolhimento de Pessoas LGBTQIA+ em situação de violência (lei 7.326/2022).

A pré-candidatura ao Senado em 2026

Em abril de 2026, Benício anunciou a pré-candidatura ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro, em conferência eleitoral do PSOL realizada na Lapa. Na mesma ocasião, o partido indicou o vereador William Siri como pré-candidato ao governo do estado.

A definição do candidato do PSOL ao Senado ainda está em curso.

A candidatura do PSOL se soma ao campo progressista fluminense, que tem na deputada federal Benedita da Silva (PT) o nome mais forte nas pesquisas para o Senado pelo Rio de Janeiro.

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Jornalista formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Atuou com produção de conteúdo editorial e cobertura de pautas voltadas a tecnologia, negócios e comportamento digital. Cobre as eleições de 2026 para a Itatiaia.

 

 

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