Corregedoria do RJ vai investigar conduta de policiais envolvidos no assassinato de Marielle
Órgão da Secretaria de Segurança do RJ pediu acesso às informações da PF para apurar internamente a conduta de policiais

A Corregedoria Geral Unificada (CGU), criada pelo governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) para integrar as forças de segurança do estado, vai requisitar nesta segunda-feira (25) o inquérito da Polícia Federal que aponta o envolvimento de policiais civis no assassinato da vereadora Marielle Franco.
Caberá ao desembargador Antonio José Ferreira Carvalho, corregedor da CGU do Rio de Janeiro, a apuração sobre a conduta de agentes da Polícia Civil.
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A operação da PF neste domingo (24), que mirou suspeitos de terem orquestrado e planejado a execução da parlamentar, teve como alvo dois agentes da Polícia Civil: os delegados Rivaldo Barbosa (ex-chefe da PC no RJ) e Giniton Lages (titular da Delegacia de Homicídios).
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Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.



