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Arroz importado deve chegar aos mercados em até 60 dias

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, anunciou nesta quinta-feira (6) que as 263,7 mil toneladas de arroz adquiridas pelo governo federal chegarão aos mercados em até 60 dias. O preço do produto será de R$ 4 reais o quilo

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Rótulo do arroz importado que será vendido em preço tabelado • Reprodução

O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, afirmou que as 263,7 mil toneladas de arroz importado, que foram adquiridas nesta quinta-feira (6) pelo governo federal, devem chegar aos mercados em até 60 dias. O produto será comercializado em embalagens de 5 quilos, com a logomarca do governo federal, ao preço máximo de R$ 20.

O presidente da Conab, Edegar Pretto, demonstrou otimismo com a chegada do produto em um tempo menor do que o prazo contratual de 90 dias, conforme previsto no edital do leilão. “Nós não trabalhamos com o prazo de 90 dias. Nós achamos que em 45, 60 dias esse produto estará nas prateleiras dos supermercados porque os vendedores, os importadores, irão receber a partir do momento que o produto estiver nos armazéns da companhia. Agora, eles têm 5 dias para fazer o depósito da garantia”, detalhou.

O depósito referente a 5% do valor da comercialização, que precisa ser feito em até 5 dias, visa garantir que o negócio seja concluído e o acordo cumprido. “A partir disso, ele vai receber no momento em que esse produto estiver nas unidades armazenadoras da Conab. Então, a gente trabalha na expectativa positiva que não serão necessários os 90 dias. Serão escalonados três vezes a chegada do produto totalmente observadas as questões sanitárias”, garantiu Pretto.

O diretor-executivo de Operações e Abastecimento, Thiago dos Santos, detalhou que os supermercados e pequenos comércio poderão vender o produto. “Será para todos os tipos de comércio que disponibilizam os seus produtos para o consumidor final. A única coisa que a gente requer é que tenha um cadastro simplificado e o CNPJ regular junto à receita federal. Mas qualquer tipo de comércio poderá fazer a venda do produto ao preço final de 4 reais o quilo”, afirmou.

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Repórter da Itatiaia desde 2018. Foi correspondente no Rio de Janeiro por dois anos, e está em Brasília, na cobertura dos Três Poderes, desde setembro de 2020. É formado em Jornalismo pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso), com pós-graduação em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.