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Nova Zelândia oferece moradia grátis para quem quiser cuidar de animais resgatados

Oportunidade em fazenda na região de Otago permite que voluntários passem uma semana no local ajudando no cuidado de cavalos, pôneis, burros e outros animais

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Uma fazenda na Ilha Sul da Nova Zelândia está procurando voluntários interessados em ajudar no cuidado de animais resgatados e, em troca, oferece estadia gratuita durante o período de participação.

A oportunidade ocorre na Kind Farm, ou Fazenda Gentil, localizada em Cardrona Valley, na região de Otago. O espaço acolhe cavalos, pôneis, burros e outros animais que foram encontrados após situações de abandono ou maus-tratos.

Os voluntários podem permanecer por uma semana na propriedade e participar de diferentes atividades necessárias para a manutenção do refúgio. Entre as tarefas estão alimentar os animais, pentear os pôneis, limpar os estábulos e plantar árvores para ajudar na preservação do ecossistema da região.

Segundo a publicação, não é necessário ter experiência anterior com animais. O principal requisito é “ter compromisso, responsabilidade e disposição”. Antes de iniciar as atividades, os participantes recebem orientações sobre segurança e manejo adequado dos animais.

A oportunidade é destinada a pessoas de diferentes partes do mundo e está disponível por meio da plataforma HelpX.

Como funciona

A proposta combina hospedagem gratuita com trabalho voluntário. Em vez de pagar pela estadia, os participantes ajudam nas tarefas cotidianas da fazenda e têm a oportunidade de conhecer a rotina de um santuário de animais em uma área rural da Nova Zelândia.

Para brasileiros, a reportagem também informa que, em viagens de até três meses, não é necessário solicitar o visto antes do embarque. Entretanto, é preciso obter previamente uma autorização eletrônica, chamada NZeTA, além de pagar o imposto de conservação e turismo (IVL) e cumprir os demais requisitos de entrada no país.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.

 

 

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