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Tarifas dos EUA causarão 'danos significativos' à economia alemã, declara chefe do governo alemão

A Alemanha entra no acordo sobre as exportações europeias estabelecidas entre os Estados Unidos e a União Europeia, de 15%

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O Secretário-Geral da União Democrata Cristã (CDU) da Alemanha, Carsten Linnemann, o líder da União Democrata Cristã (CDU) da Alemanha e o principal candidato do partido para chanceler Friedrich Merz.

O chefe do governo alemão, Friedrich Merz, declarou, nesta segunda-feira (28), as tarifas de 15% sobre as exportações europeias estabelecidas entre os Estados Unidos e a União Europeia vão causar "danos significativos" à economia alemã.

O chefe de governo se mostrou insatisfeito com o acordo fechado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

"Não estou satisfeito com este resultado, no sentido de que não acredito que seja algo bom, mas [...] era óbvio que, dada a situação inicial com os Estados Unidos, não era possível conseguir mais", acrescentou à imprensa o líder da maior economia europeia.

"Este acordo evita um conflito comercial que teria afetado duramente a economia alemã", disse.

O acordo, no entanto, encerra, ao menos por ora, a ameaça de tarifas mais elevadas a partir de 1º de agosto determinadas por Trump em seu "tarifaço".

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Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo

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