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OMS revela qual o risco do hantavírus se tornar uma pandemia

Três pessoas morreram devido à infecção

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Hantavírus EUA minimizam risco após mortes em cruzeiro com americanos a bordo
Ministério da Saúde da Argentina mostra um cientista do Instituto Malbran manuseando recipientes usados ​​para diagnosticar o hantavírus andino • AFP

A Organização Mundial da Saúde (OMS) esclareceu sobre qual é o risco real do surto de hantavírus em um cruzeiro se tornar uma pandemia.

Foram confirmadas oficialmente cinco infecções pelo vírus, entre passageiros e tripulantes do navio de cruzeiro MV Hondius, que saiu da Argentina com destino a Cabo Verde.

Segundo o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, a ameaça à saúde pública decorrente do surto permanece baixa. A declaração foi dada à Reuters.

Segundo o diretor, a OMS está ciente de relatos de outros pacientes e que ode haver mais casos devido ao longo período de incubação do vírus.

Três mortes

Três pessoas morreram desde o início da viagem: um casal holandês e um cidadão alemão. Outros três foram tirados do navio para serem tratados.

Dois deles, em estado grave, chegaram à Holanda para receber tratamento médico. O terceiro passageiro não apresenta sintomas no momento, mas está recebendo atendimento médico no país europeu.

Os passageiros retirados são um cidadão britânico, um alemão de 65 anos e um tripulante holandês de 41 anos, segundo a Oceanwide Expeditions.

O navio está com destino às Ilhas Canárias.

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Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.