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Marco Rubio anuncia novas sanções contra Cuba e endurece pressão sobre regime

Medidas anunciadas por Marco Rubio atingem dirigentes do Instituto Cubano de Amizade com os Povos, empresas estatais e órgãos ligados ao governo de Havana

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Secretário de governo de Trump, Marco Rubio. • Freddie Everet | Official State Department.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou nesta quinta-feira (20) novas sanções contra indivíduos e entidades de Cuba, ampliando a pressão do governo de Donald Trump sobre o regime de Havana.

As medidas atingem dirigentes do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP). Segundo Rubio, a organização utilizaria intercâmbios educacionais para identificar e radicalizar pessoas consideradas subversivas pelos Estados Unidos.

Foram incluídos na lista de sanções o presidente do ICAP, Fernando González Llort, a primeira vice-presidente, Noemi Ramona Rabaza Fernandez, e a diretora para a América do Norte, Leima Martinez Freire.

Em comunicado, Rubio afirmou que o governo Trump não pretende permitir que uma potência estrangeira explore as liberdades americanas. Segundo o secretário, o regime cubano utilizaria métodos que incluem propaganda, técnicas de espionagem e outras práticas para influenciar cidadãos dos Estados Unidos.

Rubio também acusou o governo cubano de tentar disseminar marxismo, ressentimento racial e violência comunista.

Sanções atingem empresas de metais e mineração

Além dos dirigentes do ICAP, os Estados Unidos anunciaram sanções contra quatro organizações ligadas aos setores de metais e mineração. Segundo o Departamento de Estado, as empresas são estatais ou mantêm vínculos com o governo cubano.

Outras três entidades relacionadas a operações de importação e exportação também foram incluídas nas medidas. As atividades envolvem produtos como veículos, equipamentos industriais, eletrodomésticos e materiais de construção.

Ministério da Construção também é alvo

As novas sanções também atingem o Ministério da Construção de Cuba e uma entidade estatal responsável pelo fornecimento de mão de obra cubana para empresas estrangeiras que atuam no país. De acordo com Rubio, essas estruturas desempenham um papel no funcionamento do governo cubano ao controlar setores considerados estratégicos da economia.

As novas medidas fazem parte da política do governo Trump de ampliar a pressão econômica e política sobre Havana.

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