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Justiça nega recurso e mantém execução de Kenneth Smith por gás nitrogênio; entenda como funciona

Criminoso matou uma mulher em março de 1998 a pedido do marido dela, que pretendia receber o seguro vida; método de execução é questionado

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Homem com execução marcada para esta quinta (25) após falha na injeção letal aguarda última chance judicial; entenda • Reprodução / Alabama Department of Corrections / Freepik

A Suprema Corte dos Estados Unidos negou mais um recurso da defesa de Kenneth Smith e autorizou o estado do Alabama a executar o criminoso com uma máscara de gás nitrogênio. A execução deve ocorrer ainda nesta quinta-feira (25).

A defesa de Kenneth alegou que ele já passou por uma tentativa de execução fracassada que gerou um trauma no condenado. Por isso, ele não poderia enfrentar uma nova tentativa de execução. Os juízes não aceitaram debater os argumentos e mantiveram a execução.

Em 2022, Kenneth Smith teve sua execução marcada no estado do Alabama, nos Estados Unidos. O método utilizado sera a ‘injeção letal’, no entanto, ele sobreviveu ao método. Uma nova execução foi marcada para esta quinta-feira (25), usando asfixia por gás nitrogênio como método.

O juiz R. Austin Huffaker Jr, do Alabama, negou o recurso da defesa de Kenneth Smith, de 58 anos, para não levar adiante a execução. Smith matou uma mulher em março de 1998. O assassinato foi encomendado pelo marido dela, um pastor, segundo a acusação. O marido se suicidou.

O que é hipóxia por nitrogênio?

A execução por hipóxia por nitrogênio causaria a morte ao forçar o detento a respirar nitrogênio puro, privando-o do oxigênio necessário para manter as funções corporais.

Entenda o caso de Kenneth Eugene Smith

Kenneth Eugene Smith, de 58 anos matou uma mulher em março de 1998, a pedido do marido dela, que estava endividado e queria receber o dinheiro do seguro de vida da mulher. Os promotores afirmaram que ele e o outro homem receberam US$ 1.000 para matar Elizabeth Sennett.

O crime na época, aconteceu em uma pequena cidade no Alabama e John Forrest Parker, o outro homem que participou do crime, junto com Smith, foi condenado pelo assassinato e executado em 2010.

Elizabeth tinha 45 anos. Ela foi encontrada morta em 18 de março de 1988 em sua casa com oito perfurações no peito e uma de cada lado do pescoço, de acordo com o legista. Seu marido, Charles Sennett Sr., se suicidou quando a investigação o identificou como suspeito.

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Jornalista formado pela UFMG, com passagens pela Rádio UFMG Educativa, R7/Record e Portal Inset/Banco Inter. Colecionador de discos de vinil, apaixonado por livros e muito curioso.