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Neste domingo, o Irã atingiu tanques de combustível no aeroporto internacional do Kuwait e matou dois guardas de fronteiras. Os ataques também danificaram uma usina de dessalinização no Bahrein, enquanto a República Islâmica intensifica a ofensiva de mísseis e drones contra os vizinhos pela segunda semana consecutiva.
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Apesar de ter pedido desculpas no sábado (7), Pezeshkian alertou para neste domingo que será “forçado a responder” caso o território dos países vizinhos seja
A Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Catar também relataram novos ataques, após fortes explosões terem sido ouvidas em Dubai e em Manama, no Bahrein, um dia antes. A agência de notícias oficial do Kuwait informou que um incêndio no aeroporto foi controlado e que não houve feridos graves.
Os militares classificaram o ataque com drones como “um ataque direto a infraestruturas vitais”. Um comunicado separado afirmou que “algumas instalações civis sofreram danos materiais em consequência da queda de fragmentos e destroços provenientes de operações de interceptação”.
O Ministério da Defesa da Arábia Saudita informou no domingo que interceptou 33 drones, acrescentando que não houve relatos de danos ou vítimas decorrentes dos ataques. Um dos drones tinha como alvo o campo petrolífero de Shaybah, no sudeste do país.
Já os Emirados Árabes Unidos informaram que suas defesas aéreas detectaram 17 mísseis balísticos no domingo, destruindo 16, enquanto um caiu no mar. Também foram interceptados 113 dos 117 drones detectados, com quatro caindo em território nacional.